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publicado em 27/01/2012 às 13h00:00
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Homens possuem maior risco de sofrer comprometimento cognitivo leve (MCI) - ou o estágio de perda de memória leve, que ocorre entre o envelhecimento normal e a demência - do que mulheres. A hipótese é defendida por pesquisadores dos Estados Unidos em estudo publicado na edição on-line da revista Neurology, da American Academy of Neurology.

"Estes resultados são surpreendentes, dado que as mulheres geralmente têm taxas maiores de demência do que os homens. O risco de MCI em homens e mulheres combinados foi alta nesse grupo etário dos idosos. Isso é preocupante, dado que as pessoas estão vivendo mais, e o MCI pode ter um grande impacto nos custos dos cuidados de saúde se maiores esforços na prevenção não forem utilizados para reduzir o risco", disse o autor e membro da Academia Americana de Neurologia R. O. (Rosebud) Roberts, da Mayo Clinic, em Rochester, Minnesota.

Para o estudo, um grupo de 1.450 pessoas de Olmsted County, Minnesota, com idades entre 70 e 89 anos e livres de demência no início do estudo foram submetidas a testes de memória a cada 15 meses por uma média de três anos. Os participantes também foram entrevistados sobre sua memória por profissionais médicos. Até o final do período de estudo, 296 pessoas haviam desenvolvido MCI.

O estudo constatou que o número de novos casos de MCI por ano foi maior entre os homens, em 72 a cada mil pessoas em comparação com 57 a cada mil pessoas em mulheres e 64 a cada mil habitantes entre homens e mulheres combinados. O MCI com a presença de perda de memória foi mais comum em 38 a cada mil pessoas do que o MCI, no qual a perda de memória não estava presente, que afetou 15 em mil pessoas. Aqueles que tinham menor escolaridade ou que não eram casados também tiveram maiores taxas de MCI.

"Nosso estudo sugere que fatores de risco para o transtorno cognitivo leve devem ser estudados separadamente, em homens e mulheres", disse Roberts.

Outra descoberta de interesse no estudo mostrou que entre as pessoas que foram recentemente diagnosticadas com MCI, 12% ao ano foram diagnosticadas mais tarde pelo menos uma vez sem MCI, ou revertido para o que é considerado "cognitivamente normal". Roberts disse que a maioria das pessoas com MCI, cerca de 88% ao ano, continuam a ter MCI ou evoluem para a demência.

Fonte: Isaude.net
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