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publicado em 25/01/2012 às 07h30:00
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Foto: Phil Jones/GHSU
Vanessa Bundy e Norman Pollock, pesquisadores envolvidos no estudo
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Vanessa Bundy e Norman Pollock, pesquisadores envolvidos no estudo

Consumo elevado de frutose aumenta o risco de doença cardiovascular e diabetes entre adolescentes.

Pesquisa mostra que susceptibilidade a doenças é ainda maior devido ao excesso de gordura acumulado em torno da barriga.

Para o estudo, a equipe da Georgia Health Sciences University, nos Estados Unidos, analisou 559 adolescentes com idade entre 14 e 18 anos.

Os resultados mostraram que uma dieta com alto teor de frutose é responsável por um aumento da pressão arterial, da glicemia em jejum, da resistência à insulina e de fatores inflamatórios que contribuem para doenças cardíacas e vasculares.

Os pesquisadores descobriram ainda que consumidores frequentes de adoçante tendem a ter níveis mais baixos de protetores cardiovasculares, tais como tais como o colesterol HDL e adiponectina. Estas tendências perigosas são exacerbadas pela gordura localizada em torno da cintura, chamada adiposidade visceral, outro fator de risco conhecidos para doença cardiovascular e diabetes.

"Adolescentes consomem mais frutose por isso é muito importante não só medir os níveis da substância no sangue, mas também olhar para o que poderíamos fazendo para reduzir o aparecimento precoce de doenças cardiovasculares conforme os adolescentes se desenvolvem", afirma o pesquisador Norman Pollock.

Embora estudos em animais tenham tido resultados semelhantes, as evidências em crianças eram necessárias para apoiar medidas drásticas para conter o consumo, a divulgação e a venda de produtos com alto teor de frutose em escolas.

Os pesquisadores observaram que mais estudos são necessários para aprofundar a relação entre o consumo de frutose e o elevado risco cardiovascular.

Frutose ou açúcar das frutas, é encontrada em frutas e vegetais, mas também está presente no xarope de milho, o adoçante usado livremente em alimentos processados e bebidas.

"A frutose em si é metabolizada de forma diferente do que outros açúcares e tem alguns subprodutos que são ruins para os seres humanos. O montante global de frutose que está no xarope de milho não é muito diferente do que a quantidade de açúcar comum, mas acredita-se que há algo no processamento do xarope que desempenha um papel nos subprodutos ruins do metabolismo", explica a pesquisadora Vanessa Bundy.

Fonte: Isaude.net
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