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publicado em 25/01/2012 às 13h36:00
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Pesquisa inédita mostra que fumantes com câncer pulmonar e coloretal são mais propensos a manter o vício após o diagnóstico
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Pesquisa inédita mostra que fumantes com câncer pulmonar e coloretal são mais propensos a manter o vício após o diagnóstico

Cerca de 40% dos pacientes com câncer de pulmão continuam a fumar após serem diagnosticados com a doença. É o que aponta estudo conduzido na Harvard Medical School, nos Estados Unidos, que revela ainda que o tabagismo é um hábito mantido entre pessoas (14%) diagnosticadas com câncer colorretal.

A pesquisa foi liderada por Elyse R. Park que observou quantos pacientes param de fumar quando recebem um diagnóstico de câncer, e quais fumantes eram mais propensos a abandonar o vício.

Os pesquisadores determinaram as taxas de tabagismo no momento do diagnóstico e cinco meses após o diagnóstico em 5.338 pacientes com câncer colorretal ou câncer de pulmão. No momento do diagnóstico, 39% dos pacientes com câncer de pulmão e 14% dos pacientes com câncer colorretal estavam fumando, cinco meses depois, 14% dos pacientes com câncer de pulmão e 9% dos pacientes com câncer colorretal ainda estavam fumando. Estes resultados indicam que uma minoria substancial de pacientes com câncer continuam a fumar após o diagnóstico. Além disso, embora os pacientes de câncer de pulmão tenham maiores taxas de tabagismo no diagnóstico e após o diagnóstico, os pacientes com câncer colorretal são menos propensos a parar de fumar após o diagnóstico.

Fatores e características que previram o fumo continuado variavam de acordo com o tipo de câncer. Os pacientes com câncer de pulmão, que continuaram a fumar tendiam a ter um seguro de saúde público, ter um índice de massa corporal menor, baixo apoio emocional, tendiam a não ter recebido quimioterapia, não ter feito cirurgia, tinham doença cardíaca prévia, e fumavam um elevado número de cigarros por dia, em algum momento durante suas vidas.

Os pacientes com câncer colorretal, que continuaram a fumar tendiam a ser do sexo masculino, ter concluído menor escolaridade, não terem seguro, não ter feito a cirurgia, e já fumaram em algum momento de suas vidas um elevado número de cigarros por dia.

"Essas descobertas podem ajudar os médicos a identificar os pacientes de câncer que estão em risco para o tabagismo e orientar o desenvolvimento do tratamento de aconselhamento anti-tabagismo para os pacientes com câncer", conclui Park.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Tabaco    Câncer de pulmão    Câncer colo-retal    Diagnóstico    Pacientes com câncer   
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