Ciência e Tecnologia
publicado em 23/01/2012 às 13h00:00
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Pesquisadores da França descobriram uma nova forma de estimular o sistema imunológico para combater infecções.

Descoberta tem potencial para fornecer nova abordagem terapêutica para combater infecções. Novos dados sugerem que a operação de células Natural Killer (NK) deve ser regulada com precisão para garantir uma reação imune eficaz.

O corpo humano está sujeito a ataques de diversas partículas infecciosas (bactérias, vírus, etc), que nos cercam no nosso ambiente quotidiano. Várias células imunológicas são ativadas para combater estes ataques: a primeira resposta é a partir das células imunes inatas, que gradualmente dão lugar aos linfócitos de memória B e T do sistema imune adaptativo. As células NK são uma parte desta primeira linha de defesa do organismo. Elas podem matar seletivamente as células tumorais ou as células infectadas por micróbios, enquanto secretam mensageiros químicos conhecidos como citocinas, que estimulam e direcionam a resposta dos linfócitos B e T.

Após o lançamento de um programa de genética importante há alguns anos atrás, os cientistas conseguiram revelar um gene cuja desativação causa funcionamento elevado das células NK (ver figura abaixo). Este gene, chamado Ncr1, contribui para a fabricação do receptor NKp46, que está presente na superfície das células NK. Surpreendentemente, o seu papel na ativação das células NK é conhecido há vários anos.

"As células NK passam por vários estágios de desenvolvimento antes de combater microorganismos ou células tumorais. Sem este receptor, as células NK são mais reativas e, portanto, mais eficazes quando se deparam com os elementos que atacam o organismo", explica Sophie Ugolini, co-autora do artigo.

Para testar o potencial terapêutico desta descoberta, os cientistas bloquearam os receptores NKp46 usando uma droga (neste caso, um anticorpo monoclonal). Como nos experimentos genéticos, este tratamento que bloqueia o NKp46 torna as células NK muito mais eficazes.

'Nosso objetivo agora é continuar a explorar os mecanismos biológicos subjacentes e trabalhar em colaboração com a indústria biofarmacêutica e o hospital para avaliar o potencial médico deste novo tipo de tratamento, particularmente para pacientes cujo sistema imunológico já está debilitado, como os pacientes com uma imunodeficiência e aqueles que realizaram um transplante de medula óssea ou quimioterapia", conclui Eric Vivier.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Infecção    Sistema imune    Abordagem terapêutica    Linfócitos T    Partículas infecciosas    Bactérias    Vírus   
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