Ciência e Tecnologia
publicado em 29/09/2009 às 15h09:00
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Imagem: Chemometrics Research Group/URV
Imagem: Chemometrics Research Group/URV
Arte mostra, no interior do sistema de nanotubos de carbono, os aptâmeros (vermelho) ligando-se à bactéria (verde) que ativa um sinal elétrico mensurável para revelar a presença do patógeno Arte destaca os aptâmeros (vermelho) ligando-se à bactéria (verde) para ativar sinal elétrico que indica a presença do patógeno
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Arte mostra, no interior do sistema de nanotubos de carbono, os aptâmeros (vermelho) ligando-se à bactéria (verde) que ativa um sinal elétrico mensurável para revelar a presença do patógeno
Arte destaca os aptâmeros (vermelho) ligando-se à bactéria (verde) para ativar sinal elétrico que indica a presença do patógeno

Um grupo de pesquisadores do Departamento de Química Analítica e Química Orgânica da Universidade de Rovira i Virgili desenvolveu uma técnica que detecta concentrações extremamente baixas da bactéria Salmonella typhi, causadora da febre tifóide.

O funcionamento do novo biosensor, foi publicados no jornal Angewandte Chemie International Edition, e é baseado em medidas eletroquímicas utilizando nanotubos de carbono equipados com aptâmeros. De acordo com Xavier Rios, líder do estudo, o novo biosensor é capaz de detectar concentrações extremamente baixas da bactérias imediatamente de modo rápido e confiável.

O Aptâmeros são pequenos fragmentos de DNA ou RNA artificiais que são fabricados especificamente para aderir a uma molécula particular, celular ou organismo, como no caso das salmonelas. Se a bactéria não está presente, o Aptâmero permanece apoiado nas paredes dos nanotubos de carbono, mas se detectarem, são ativados e se ligam a ele com nanotubos de carbono que geram um sinal elétrico que é localizado por um potenciômetro simples ligados ao biossensor.

A presença da bactéria provoca uma mudança na interação entre os nanotubos e aptâmeros, e assim por apenas alguns segundos ele gera um aumentou da tensão do eletrodo. Os métodos tradicionais para identificar e quantificar microorganismos envolvem um ou dois dias de análise. A técnica pode detectar pequenas quantidades de microrganismos em um simples e quase em tempo real, como o PH da água, disse o autor.

Este estudo está enquadrado dentro da pesquisa internacional, buscando métodos mais eficazes e rápidos para detecção de patógenosde todos os tipos. O novo biosensor revela uma única célula Salmonella em cinco mililitros de amostra e faz medições quantitativas de até mil bactérias mililitro.

Fonte: UNIVERSIDADE ROVIRA I VIRGILI
   Palavras-chave:   Biossensor    Febre tifóide    Salmonella typhi    Nanotubos    Aptâmeros    Universidade de Rovira i Virgili   
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