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publicado em 18/01/2012 às 08h00:00
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Pesquisa aponta que envolvimento em tarefas cognitivamente desafiadoras levam a um aumento na abertura a novas experiências entre idosos Professora Elizabeth Stine-Morrow, líder do estudo
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Pesquisa aponta que envolvimento em tarefas cognitivamente desafiadoras levam a um aumento na abertura a novas experiências entre idosos
Professora Elizabeth Stine-Morrow, líder do estudo

Um programa projetado para aumentar a cognição em adultos mais velhos também aumentou a capacidade receptiva de idosos a novas experiências, de acordo com pesquisadores da University of Illinois, nos Estados Unidos.

A descoberta demonstra que uma intervenção não medicamentosa em adultos mais velhos pode mudar um traço de personalidade que se pensava ser fixo ao longo da vida.

Psicólogos descrevem a capacidade receptiva como um dos cinco principais traços de personalidade. Estudos sugerem que os outros quatro traços (afabilidade, consciência neuroticismo e extroversão) operam de forma independente das habilidades cognitivas de uma pessoa. Mas a capacidade receptiva, ser flexível e criativo, abraçar novas ideias e desafiar atividades intelectuais ou culturais, parece estar correlacionada com as habilidades cognitivas.

Para o estudo, publicado na revista Psychology and Aging, os pesquisadores deram aos adultos mais velhos entre 60 e 94 anos uma série de tarefas de reconhecimento de padrões e resolução de problemas e quebra-cabeças que poderiam ser realizadas em casa. As tarefas ficavam mais difíceis a cada semana.

A equipe, liderada por Elizabeth Stine-Morrow, testou as habilidades cognitivas e traços de personalidade de 183 participantes e um grupo controle de 131 adultos mais velhos, algumas semanas antes e depois da intervenção.

No final do programa, aqueles que haviam se envolvido nas sessões de treinamento e prática viram melhora no reconhecimento de padrões e na habilidade para resolver problemas, enquanto os do grupo controle não. E aqueles que melhoraram nestas habilidades de raciocínio também demonstraram um aumento moderado, mas significativo na capacidade receptiva.

Segundo o coautor do trabalho, Brent Roberts, o estudo desafia a suposição de que a personalidade não muda uma vez que se atinge a idade adulta. "Existem alguns modelos que dizem que, funcionalmente, a personalidade não muda após os 20 ou 30 anos de idade. Isso é verdade em certo ponto, mas nesse estudo mostramos que é possível alterar com sucesso traços de personalidade em um conjunto de indivíduos que tinham em média 75 anos.

Fonte: Isaude.net
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