O Governo Federal expressou "profundo pesar" e "sinceras condolências" pela morte do presidente da Guiné-Bissau, Malam Bacai Sanha, em um hospital de Paris. Ele foi internado na unidade para tratar de um problema de saúde ainda não esclarecido.
"O Governo brasileiro recebeu com profundo pesar a notícia da morte nesta manhã do presidente da República da Guiné-Bissau", afirma um comunicado do Ministério das Relações Exteriores. Assim como Guiné-Bissau, o Brasil faz parte da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).
No texto, o Brasil manifestou também condolências à família do presidente, governo do país e ao povo da Guiné-Bissau e transmitiu "solidariedade e disposição em dar continuidade aos esforços de cooperação em prol da consolidação da paz" no país africano.
Malam Bacai Sahna, de 64 anos, foi eleito presidente da Guiné-Bissau em 2009, em substituição de João Bernardo Vieira, assassinado em 2008 em um golpe de Estado. Era considerado uma das figuras que dedicou maiores esforços para trazer estabilidade ao país africano.
Com cerca de 1,5 milhões de habitantes, Guiné-Bissau vem sofrendo com diversas turbulências político-militares desde a independência de Portugal em 1974.