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publicado em 05/01/2012 às 17h18:00
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Foto: Antonio Menezes/Acritia
Haitianos são reunidos nas igrejas pela Pastoral do Migrante em municípios da região Norte do país, enquanto aguardam decisão do governo brasileiro sobre pedido de asilo
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Haitianos são reunidos nas igrejas pela Pastoral do Migrante em municípios da região Norte do país, enquanto aguardam decisão do governo brasileiro sobre pedido de asilo

A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) está oferecendo assistência aos cerca de mil haitianos que chegaram a Tabatinga, no estado do Amazonas. Desde novembro, equipes de MSF vêm acompanhando a situação dessas pessoas nesse pequeno município, localizado na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. No dia 20 de dezembro, a organização começou a distribuição de mais de 1,3 mil kits de higiene pessoal e de limpeza.

O Haiti ainda está se recuperando da devastação causada pelo terremoto de 2010 e pelo surto de cólera que começou em outubro do mesmo ano. De lá para cá, é cada vez maior o número de refugiados que chegam a várias cidades da região norte perto da fronteira, como o município de Brasileia, no Acre, que enfrenta problemas na rede pública de saúde para atender às necessidades dos próprios habitantes, além da demanda dos imigrantes.

"O primeiro passo é melhorar as condições básicas de vida dessas pessoas, até que elas mesmas sejam capazes de se manter. Isto é essencial para evitar a deterioração de sua saúde e uma série de distúrbios psicológicos", disse a coordenadora do projeto de Médicos Sem Fronteiras em Tabatinga, Renata de Oliveira.

Os haitianos não podem sair de Tabatinga antes de receber uma definição legal sobre o pedido de asilo, um processo que pode levar meses. Enquanto esperam, não têm autorização para trabalhar. Alguns estão vivendo em condições extremamente precárias. " A ajuda que essas pessoas têm recebido até agora não é suficiente e é oferecida principalmente por grupos da sociedade civil. Mas elas não deveriam depender apenas da solidariedade local. As autoridades governamentais precisam aumentar a assistência oferecida para essa população tão vulnerável" , ressalta.

Segundo a coordenadora, as autoridades federais precisam se responsabilizar pela assistência a esses refugiados enquanto aguardam decisão sobre a permanência no Brasil. Ela reforça ainda que as autoridades locais e estaduais precisam se mobilizar e encontrar soluções para a situação dos haitianos em Tabatinga.

Fonte: Isaude.net
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