Profissão Saúde
publicado em 21/12/2011 às 16h00:00
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Hospitais que adotam programa para aumentar a comunicação e o trabalho em equipe entre médicos e enfermeiros registram diminuição no número de complicações cirúrgicas, de acordo com estudo divulgado pela agência Reuters.

Os resultados mostram que hospitais que tinham 90 complicações não fatais para cada mil cirurgias, em média, apresentaram redução para 75 complicações no ano seguinte à criação do programa de relacionamento médico.

As descobertas são publicadas um ano após pesquisadores terem relatado uma queda nas taxas de morte dos pacientes derivada do uso do mesmo programa.

"Juntos, os relatórios são evidências de que um melhor cuidado e maior foco no trabalho em equipe pode melhorar os resultados dos pacientes", disse Douglas Paull, cirurgião do Veterans Health Administration's National Center for Patient Safety in Ann Arbor, Michigan, que participou do estudo.

No novo sistema médico, projetado para capturar erros médicos antes que eles conduzam a fatalidades, a equipe de cirurgia usa uma lista de verificação para discutir as condições do paciente e o procedimento antes de começar a cirurgia e depois para avaliar os resultados. Os pacientes também podem participar da avaliação posterior.

"Os pacientes gostam e os funcionários gostam, é o melhor para o estado de estado de espírito. Médicos e enfermeiros trabalhando em equipe, nós nos preocupamos uns com os outros e nos preocupamos com o paciente, e isso mostra que os resultados são melhores", afirma Paull.

Paull e seus colegas compararam infecções, coágulos de sangue e outras complicações cirúrgicas em pacientes tratados em centros que adotaram o chamado rograma de Treinamento da Equipe Médica e outros 32 que não tinham implementado o sistema.

Eles usaram dados de quase 120 mil cirurgias realizadas nesses hospitais entre 2006 e 2008.

No ano anterior ao que a equipe cirúrgica foi treinada no programa de comunicação e trabalho em equipe, os hospitais tinham 90 complicações não fatais para cada mil cirurgias, em média. Essa taxa caiu para 75 no ano seguinte à criação do programa.

Em comparação, houve uma pequena queda de 81 complicações para 76 a cada mil cirurgias em centros que não tinha adotado o sistema.

Especificamente, a implementação de treinamento da equipe médica proporcionou uma queda no número de coágulos de sangue, infecções e outras condições relacionadas a cirurgias.

Ao todo, 37 dos 42 centros com o novo sistema melhoraram seus índices de complicação, em comparação com 22 dos 32 hospitais sem o foco extra no trabalho em equipe e na comunicação.

Fonte: Isaude.net
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