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publicado em 14/12/2011 às 17h18:00
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Grande parte dos casos de morte fetal resultam de distúrbios e condições que afetam a placenta, de acordo com dois estudos publicados pela revista científica Journal of the American Medical Association (JAMA).

Os resultados das pesquisas também revelam fatores de risco que podem ajudar a desenvolver abordagens preventivas.

Há dez anos sabia-se muito pouco das causas da morte fetal, um termo utilizado para descrever a morte de um bebê na 20ª semana ou depois.

Ainda que sejam raros os casos, nos Estados Unidos ocorrem uma vez a cada 160, uma taxa mais alta que em outros países desenvolvidos.

No primeiro estudo, Robert M. Silver e seus colegas da Universidade de Utah School of Medicine, nos Estados Unidos, conduziram um estudo para determinar as causas de morte fetal em uma população racial e geograficamente diversificada nos país. O estudo foi conduzido de março de 2006 a setembro de 2008 com o monitoramento de todos os natimortos. Avaliações padronizadas foram realizadas no momento do parto.

De 663 mulheres com natimortos inscritos, 500 mulheres completaram os exames pós-morte de 512 bebês. Os pesquisadores descobriram que complicações obstétricas foram a categoria mais comum para a causa da morte (150 casos) e anormalidades placentárias foram indicadas em 121 casos. Outras causas incluíram anormalidades fetais genéticas / estruturais, infecção, anormalidades do cordão umbilical, doença hipertensiva e complicações médicas maternas.

O segundo estudo, realizado por George R. Saade e colegas da University of Texas Medical Branch, nos Estados Unidos, examinou a relação entre natimortos e fatores de risco que podem e precisa ser verificados no momento do início da gravidez.

A pesquisa foi conduzida entre março de 2006 e setembro de 2008 em 59 centros e hospitais dos EUA. O estudo envolveu a comparação entre mulheres que tiveram um feto morto e uma amostra representativa apenas de bebês nascidos vivos. A análise incluiu 614 casos e 1.816 entregas de controle.

Os pesquisadores descobriram uma série de fatores maternos que foram associados com a morte fetal. Entre eles, etnia, diabetes, ter 40 anos ou mais, tipo de sangue AB, uso de drogas, tabagismo durante e três meses antes da gravidez, sobrepeso ou obesidade e não viver com um parceiro.

Segundo os autores, mais pesquisas são necessárias para identificar gestações com maior risco global e causas específicas de morte fetal. Eles afirmam que embora alguns dos fatores de risco não possam ser modificáveis, o conhecimento das interações entre estes fatores e os outros modificáveis podem ser úteis.

Acesse aqui o artigo original na íntegra.

Fonte: Isaude.net
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