Ciência e Tecnologia
publicado em 08/12/2011 às 10h16:00
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Uma empresa criada a partir de um grupo de pesquisa da Universidade de Aveiro, em Portugal, desenvolveu teste capaz de prever e diagnosticar com precisão a doença de Alzheimer.

A técnica utilizada pela empresa 2CTech identifica quais pacientes com deficiência cognitiva leve vão desenvolver a doença e, através de um processo denominado genotipagem, avalia a predisposição genética de qualquer pessoa para desenvolver a patologia.

A abordagem avalia três biomarcadores neurológicos, proteína beta amilóide (Aâ), tau e tau fosforilada, a partir do líquido cefalorraquidiano, que envolve o cérebro, e consegue diagnosticar e distinguir a doença de outros tipos de demências por meio do monitoramento de alterações moleculares e bioquímicas que ocorrem a nível cerebral nesses três marcadores.

"Testes como os cognitivos ou as imagens PET (tomografia por emissão de positrões) só permitem detectar a doença quando ela está em um estado mais avançado, quando os pacientes têm sinais mais evidentes", explicam os pesquisadores.

Apesar da doença de Alzheimer ainda não ter cura, o novo tipo de diagnóstico precoce permite aos neurologistas medicar de forma mais eficaz os pacientes, além de permitir o diagnóstico mais preciso da doença.

Segundo as pesquisadoras, Odete Cruz e Silva e Margarida Fardilha, a realização dos testes neuroquímicos não é importante apenas para o diagnóstico do Alzheimer. "Em uma época que a ciência introduz diariamente no mercado novas terapias para a doença, é importante também acompanhar o que está acontecendo com o doente quando ele começa a tomar esses medicamentos. Assim, o diagnóstico é útil também para monitorar os efeitos das terapias nos pacientes e para otimizá-las", afirma Odete.

A empresa, cujo grupo de trabalho engloba especialistas ligados a várias áreas de pesquisa já está começando a avaliar outras doenças neurodegenerativas como distonia e Doença de Parkinson.

A equipe pretende desenvolver, no futuro, métodos de diagnóstico inéditos em toda a área das demências.

Acesse aqui a pesquisa original na íntegra.

Fonte: Isaude.net
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