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publicado em 12/08/2011 às 16h00:00
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A secretária de Saúde e de Serviços Humanos dos Estados Unidos, Kathleen Sebelius, na última quarta-feira (07), anulou o plano da FDA para acabar com o limite de idade para a compra da pílula do dia seguinte Plan B, da Teva Pharmaceutical Industries Ltd, sem receita médica.

A pílula, que tem de ser tomada até 72 horas após relação sexual desprotegida, está disponível sem receita médica para as mulheres com mais de 17 anos. As meninas menores de 17 anos precisam de receita médica para comprar a droga.

De acordo com informações publicadas pele Reuters, a atitude de Sebelius chocou os defensores da saúde da mulher que alegam que a ação vai de encontro à promessa do presidente Barack Obama para reafirmar o poder da ciência nas decisões de seu governo.

Uma porta-voz da FDA disse que nenhum secretário de saúde havia anulado decisões da agência. A própria FDA recebeu críticas no passado por ser lenta para expandir o acesso à pílula do dia seguinte.

A aprovação da FDA provavelmente teria colocado a pílula do dia seguinte nas prateleiras das drogarias ao lado dos preservativos e de outros produtos de planejamento familiar - uma questão politicamente sensível neste período que antecede as eleições de 2012.

A Teva pediu à FDA para suspender o limite de idade para que todas as mulheres capazes de engravidar obtivessem acesso rápido à droga.

A empresa alegou que o acesso mais amplo não se destinava a vender o medicamento Plan B para adolescentes, mas para permitir que o público-alvo - mulheres de 18 a 49 anos - pudesse comprar a pílula sem uma verificação de identidade desconfortável, e em qualquer momento.

A decisão da secretária de saúde é a mais recente ressalva em uma batalha de uma década sobre a pílula. Os que criticam a pílula dizem que ela pode levar à promiscuidade, ao abuso sexual e a menos visitas importantes ao médico se estiver prontamente disponível para compra.

Os defensores das pílulas anticoncepcionais de emergência, dizem que elas ajudam a reduzir as gestações indesejadas ou abortos e que o acesso rápido e fácil para as mulheres de todas as idades é fundamental para que os medicamentos funcionem.

Em sua declaração, Sebelius disse que a Teva não apresentou provas suficientes para mostrar se as meninas mais jovens compreenderiam e usariam a pílula corretamente, sem falar com um médico antes.

A Teva baseou o seu pedido à FDA em um estudo sobre o uso real do contraceptivo entre as meninas com idades entre 11 e 16 anos. Ainda não está claro quais dados específicos estão faltando para Sebelius.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Plano B    FDA    Pílula do dia seguinte    Prescrição    Limite de idade    Anticoncepcionais   
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