Profissão Saúde
publicado em 18/11/2011 às 10h06:00
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Chance de erro médico e evento adverso é 2,2 vezes maior entre profissionais fatigados em comparação com não-fatigados
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Chance de erro médico e evento adverso é 2,2 vezes maior entre profissionais fatigados em comparação com não-fatigados

Sono ruim e fadiga estão ligados a um aumento das taxas de lesões, erros médicos e comportamentos comprometedores da segurança entre trabalhadores do serviço médico de emergência, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos.

Na amostra da pesquisa, mais da metade dos entrevistados foram classificados como fatigados, 18% relataram lesão; 41% erro médico ou evento adverso; e 90% relataram comportamento comprometedor da segurança.

Após o controle de variáveis, os pesquisadores descobriram que o risco de lesão foi 1,9 vezes maior para os profissionais fatigados em comparação com os não-fatigados; a chance de erro médico e evento adverso foi 2,2 vezes maior, e a chance de comportamentos arriscados foi 3,6 vezes maior.

A maioria dos entrevistados da pesquisa relatou trabalhar entre seis e 15 turnos por mês, e metade relatou que seus turnos regulares duram 24 horas. Um terço dos entrevistados trabalha regularmente em mais de um serviço de emergência.

Os resultados sugerem que o número de turnos e a fadiga total, em vez da duração do turno, podem ser alvos importantes para intervenções na área.

Técnicos de emergência médica e paramédicos trabalham longas horas em uma ocupação exigente e com uma carga de trabalho imprevisível, que pode facilmente levar a fadiga e ao sono ruim. "Nosso estudo é um dos primeiros a mostrar que isso pode comprometer a segurança do paciente e do médico na configuração dos serviços de emergência", ressalta o autor da pesquisa, Daniel P. Patterson.

Patterson e sua equipe pesquisaram trabalhadores da área de emergência de todo os Estados Unidos, recebendo dados completos de 511 respondentes. Uma ferramenta previamente testada, chamada Pittsburgh Sleep Quality Index, foi utilizada para avaliar a qualidade do sono, incluindo fatores como a duração e uso de medicação para dormir. Um questionário medindo a fadiga e adaptado para o ambiente de emergência foi usado para avaliar a fadiga física e mental.

A equipe também desenvolveu uma nova ferramenta de pesquisa para obter resultados auto-relatados sobre dados de segurança, incluindo lesão entre os profissionais, erros médicos e eventos adversos e comportamentos comprometedores da segurança, como velocidade excessiva.

Fonte: Isaude.net
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