Ciência e Tecnologia
publicado em 16/11/2011 às 09h30:00
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Jong Hyun Choi (a esq.), professor de Engenharia Mecânica Marshall Porterfield, professor de Engenharia Agrícola e Biológica
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Jong Hyun Choi (a esq.), professor de Engenharia Mecânica
Marshall Porterfield, professor de Engenharia Agrícola e Biológica

Cientistas da Purdue University, nos Estados Unidos, desenvolveram método para empilhar o DNA sintético e os nanotubos de carbono em um eletrodo biossensor. Projeto pode levar a medições mais precisas para a pesquisa relacionada ao diabetes e a outras doenças.

Os sensores padrão empregam eletrodos de metal revestidos com enzimas que reagem com compostos e produzem um sinal elétrico que pode ser medido. Mas a ineficiência destes sensores leva a medições imperfeitas.

Os nanotubos de carbono, moléculas de carvão de forma cilíndrica conhecidas por terem excelentes propriedades térmicas e elétricas, têm sido vistos como uma possibilidade para melhorar o desempenho do sensor. O problema é que os materiais não são totalmente compatíveis com a água, o que limita a sua aplicação em fluidos biológicos.

Marshall Porterfield, professor de engenharia agrícola e biológica e de engenharia biomédica, e Jong Hyun Choi, professor de engenharia mecânica, encontraram uma solução. Descobriram um sensor que essencialmente constrói a si mesmo.

"No futuro, seremos capazes de criar uma sequência de DNA que seja complementar aos nanotubos de carbono e compatível com as enzimas do biossensor específico para os diferentes compostos que queremos medir. Será uma plataforma de auto-montagem para os biossensores em nível biomolecular", disse Porterfield.

Choi desenvolveu um DNA sintético que se anexará à superfície dos nanotubos de carbono e os tornará mais solúveis em água.

"Quando os nanotubos de carbono estão em uma solução, você só tem que colocar o eletrodo na solução e carregá-lo. Os nanotubos de carbono então cobrirão a superfície", disse Choi.

O eletrodo revestido com os nanotubos de carbono atrairá as enzimas para concluir a montagem do sensor.

O sensor descrito na descoberta foi projetado para a glicose. Mas Porterfield disse que poderia ser facilmente adaptado para vários compostos.

"Estes sensores poderiam ser produzidos em massa para o diabetes, por exemplo, para o controle da insulina para os pacientes diabéticos", disse Porterfield.

Porterfield disse que um dia seria possível desenvolver outros sensores utilizando esta tecnologia que poderiam levar a medicamentos mais personalizados testando em tempo real a eficácia das drogas sobre seus alvos, como em pacientes com câncer.

Porterfield disse que continuará a desenvolver biossensores para a detecção de diferentes compostos.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Biossensor    Nanotubos de carbono    DNA sintético    Eletrodo    Diabetes   
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