Ciência e Tecnologia
publicado em 10/11/2011 às 11h33:00
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Reprodução: Trust Sanger Institute
Processo de investigação da pesquisa sendo realizado em laboratório
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Processo de investigação da pesquisa sendo realizado em laboratório

Cientistas relatam descoberta de como a espécie mais mortal do parasita da malária, o Plasmodium falciparum, invade os glóbulos vermelhos do sangue. Achados pode levar a desenvolvimento de nova vacina contra a condição.

O estágio do ciclo de vida do Plasmodium no sangue começa quando o parasita invade os glóbulos vermelhos do sangue, e é nesta fase que ele é responsável pelos sintomas e pela mortalidade associados à malária. Os pesquisadores tentaram, por muitos anos, desenvolver uma vacina para prevenir a entrada do parasita nos glóbulos vermelhos, mas até então não tinham tido êxito. Um dos desafios é que o parasita é adaptável - embora vários receptores dos glóbulos vermelhos tenham sido previamente identificados, nenhum mostrou-se essencial: quando a entrada por meio de um receptor é impedida, o parasita é capaz de mudar para outro. Esta presente pesquisa descobriu um único receptor que é absolutamente necessário pelo que o parasita faça a invasão.

A descoberta foi realizada por meio de uma técnica chamada AVEXIS (Exame de interação extra-celular baseado na avidez) desenvolvida no Wellcome Trust Sanger Institute, no Reino Unido, a equipe descobriu que o parasita depende de um único receptor na superfície dos glóbulos vermelhos do sangue para invadir, oferecendo um novo enfoque para o desenvolvimento de vacinas.

"Nossos resultados foram inesperados e mudaram completamente a maneira pela qual vemos o processo de invasão. Nossa pesquisa parece ter revelado um calcanhar de aquiles na forma como o parasita invade os glóbulos vermelhos. É gratificante ver como as nossas técnicas podem ser usadas para responder a importantes problemas biológicos e lançar as bases para novas terapias", disse o co-autor Gavin Wright.

Além de identificar a interação, os pesquisadores demonstraram que interrompê-la impedia completamente o parasita de entrar no glóbulo vermelho. Isso ocorria em todas as cepas do parasita testado, fazendo parecer que o receptor é uma via de entrada universal. Espera-se que a dependência do parasita para com esta proteína pode agora ser explorada para desenvolver vacinas novas e eficazes.

Fonte: Isaude.net
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