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publicado em 07/11/2011 às 11h00:00
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Foto: José Pantoja/ASCOM SESPA
Elenild Góes, coordenadora do Programa de Controle da Doença de Chagas da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa)
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Elenild Góes, coordenadora do Programa de Controle da Doença de Chagas da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa)

Uma expedição vai realizar o rastreamento sobre o risco de transmissão da doença de Chagas na Região Metropolitana de Belém, capital do Pará. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (Sespa), a Coordenação Estadual de Controle da Doença de Chagas vai promover um estudo até o dia 18 de novembro na ilha do Combu, local de onde são extraídas as maiores quantidades de açaí para consumo na região.

A primeira fase da pesquisa foi realizada em 2009 nos bairros de Val de Cans e Jurunas, em Belém, que registraram os maiores índices da doença. No interior do estado, trabalho semelhante foi feito ao longo de 2008 em Abaetetuba e nas ilhas de Ajuaí e Genipaúba.

De acordo com a coordenadora estadual de Controle da Doença de Chagas e também da expedição, Elenild Góes, os resultados das pesquisas de 2008 e 2009 demonstraram que o padrão de distribuição da doença é sazonal com um aumento de casos durante o mês de outubro. "Não foi encontrado nenhum barbeiro nas casas pesquisadas, sugerindo que a transmissão ocorre no ambiente extradomiciliar ou pela entrada eventual do vetor na residência", afirma Elenild.

Com relação aos animais silvestres e domésticos pesquisados, a cuíca e o gambá estavam atuando como reservatórios no momento do estudo e o encontro de cães positivos indica que a transmissão estava ocorrendo nas proximidades das habitações humanas, podendo este animal ser utilizado como sentinela de monitoramento por meio de inquéritos sorológicos periódicos, numa ação integrada com o Programa de Controle da Leishmaniose e/ou Raiva. "O estudo ainda indicou que o risco de transmissão é maior nas ilhas do que nas áreas urbanas avaliadas".

Açaí

A escolha da Ilha do Combu para a expedição de 2011 se deve ao fato de boa parte de a fruta consumida ser proveniente desse lugar, que fica na margem esquerda do rio Guamá, em frente ao campus da Universidade Federal do Pará.

Agendada para acontecer bem antes de Belém apresentar o atual surto da doença de Chagas, a pesquisa na ilha do Combu envolve um segundo momento, de 12 a 18 de novembro, quando serão feitas outras atividades como palestras sobre boas práticas de manipulação de alimentos; inquérito de barbeiros e inquérito ambiental, por meio de pesquisa de reservatórios animais domésticos e silvestres.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Doença de Chagas    Açaí    Pará    Sespa    Secretaria de Saúde do Pará    Pará   
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