Ciência e Tecnologia
publicado em 14/10/2011 às 14h33:00
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Uma equipe internacional de pesquisadores desenvolveu músculo artificial mil vezes mais forte, eficiente e flexível que os existentes nos dias de hoje.

O músculo, compostos de fios de nanotubos de carbono, é bom tanto de torque quanto de potência. A fibra muscular artificial é capaz de acelerar uma placa 2 mil vezes mais pesada do que ela própria, a uma velocidade de 590 rotações por minutos.

Segundo os pesquisadores, o rendimento do músculo artificial feito de nanotubos de carbono se mostrou tão elevado que pode ser comparado aos motores elétricos tradicionais.

Embora não seja grande o suficiente para ser utilizada em um carro, a nova geração de músculos artificiais, de produção simples e barata, pode ser usada para fazer pequenas válvulas, bombas, para uso na descoberta de drogase para impulsionar pequenos objetos dentro da corrente sanguínea.

De acordo com a equipe, o diferencial do novo músculo é a capacidade de girar em fios helicoidais, o que significa que ele tem versões destras e canhotas, o que permite que ele seja controlado por meio da aplicação de cargas contrárias, para torcer e destorcer.

O novo material foi desenvolvido na Universidade do Texas em Dallas e, em seguida testado como um músculo artificial por cientistas da University of British Columbia, ambas nos Estados Unidos.

A rotação de torção helicoidal do novo músculo tem existido na natureza há centenas de milhões de anos. Muitos outros apêndices naturais, como a tromba de um elefante e os tentáculos flexíveis do polvo também mostram como fibras musculares dispostas helicoidalmente causam rotação se contraindo contra um núcleo sem osso.

Neste ponto da pesquisa, a fibra muscular artificial de nanotubos de carbono precisa estar mergulhada em um líquido ionicamente condutor para funcionar.

Como a fabricação e miniaturização do novo modelo é muito mais simples do que os motores convencionais, os cientistas acreditam que sua aplicação mais imediata seria nos chips microfluídicos, ou biochips, para misturar compostos químicos para análise e detecção de elementos.

A equipe também espera, um dia, criar motores para micro e nano-robôs, que imitem os flagelos dos micro-organismos. A nova fibra muscular artificial, segundo eles, permitirá a criação de robôs ultra-miniaturizados que viajem pelo interior do corpo humano.

Fonte: Isaude.net
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