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publicado em 18/09/2011 às 14h00:00
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A Consumers International (CI), organização sem fins lucrativos que une mais de 220 instituições internacionais de proteção ao consumidor, lançou essa semana um guia para governos e sociedades civis que queiram coletar dados sobre o marketing de alimentos não saudáveis para crianças. O manual para monitoramento de marketing de alimentos para crianças traz dicas de como criar padrões para definir o marketing dirigido a crianças, incluindo a categorização de comidas e bebidas não saudáveis, além de como interpretar os dados coletados.

A ideia é expor as estratégias de comunicação e o investimento multimilionário feito pela indústria para promover produtos com alto teor de gorduras, açúcares ou sal para crianças, possibilitando que essas informações sejam utilizadas para a criação de leis que regulem a questão. O uso do marketing de alimentos direcionado ao público infantil já vem sendo debatido como um dos fatores contribuintes para o aumento dos níveis de obesidade e sobrepeso infantil em todo o mundo, e o seu monitoramento é inclusive uma das recomendações da OMS para a luta contra a doença.

Mundialmente, já são estimadas mais de 170 milhões de crianças com sobrepeso ou obesas, enquanto no Brasil o sobrepeso já atinge mais de 33% das crianças entre 5 e 9 anos, segundo o IBGE.

O documento foi lançado alguns dias antes da Reunião de Alto Nível da ONU para debater o enfrentamento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), que acontece em Nova Iorque nos dias 19 e 20 de setembro. O encontro vai abordar a falta de ações efetivas para enfrentar a obesidade no mundo e seu impacto no aumento de doenças como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos. A Presidente Dilma Rousseff estará presente no evento, onde apresentará o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis brasileiro.

Sobre o Projeto Criança e Consumo

O Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana, desenvolve atividades que despertam a consciência crítica da sociedade brasileira a respeito das práticas de consumo de produtos e serviços por crianças e adolescentes. Debater e apontar meios que minimizam os impactos negativos causados pelos investimentos maciços na mercantilização da infância e da juventude faz parte do conjunto de ações pioneiras do Projeto que busca, como uma de suas metas, a regulação de toda e qualquer comunicação mercadológica dirigida a crianças no Brasil. Mais informações no site do Instituto Alana.

Fonte: Isaude.net
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