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publicado em 03/09/2011 às 09h46:00
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Foto: Johns Hopkins Medicine
John V. Conte. autor sênior do estudo
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John V. Conte. autor sênior do estudo

Pesquisadores da Johns Hopkins University, nos Estados Unidos, desenvolveram uma fórmula para prever quais pacientes submetidos a um transplante de coração estão em maior risco de morte um ano após a cirurgia. A ferramenta pode ajudar equipes médicas a descobrir quais pessoas seriam mais beneficiadas e orientar nas decisões de alocação de órgãos.

A equipe de pesquisa, liderada por John V. Conte, reuniu uma série de fatores de risco já associados a maus resultados, tais como idade, raça e sexo e, em seguida, atribuiu um número de pontos para cada fator. A soma desses pontos criou uma escala. Quanto maior a pontuação, maior o risco de morte um ano após o transplante.

Alguns fatores foram ponderados mais fortemente do que outros, como o sexo feminino (três pontos), descendência afro-americana (três pontos), e a necessidade de diálise antes da operação (cinco pontos).

Pacientes com a menor pontuação - entre zero e dois - apresentaram 92,5% de chance de estarem vivos 12 meses após a cirurgia. Aqueles com uma contagem acima de 20 pontos apresentaram chances de 50%. Cada ponto a mais na escala aumentou a chance de morte em 14%. Para desenvolver e testar a validade da escala, chamada IMPACT, a equipe de Conte analisou dados de 21.378 transplantes cardíacos realizados nos Estados Unidos entre 1987 e 2010.

Os pesquisadores afirmaram que mais pesquisas serão necessárias para saber qual o papel desempenhado por outros fatores ligados ao doador do órgão. Os resultados do estudo sugerem, por exemplo, que um órgão proveniente de um doador com idade acima de 50 anos ou que tenha ficado fora do corpo por mais de quatro horas também aumenta o risco de morte do receptor. " A incorporação da pontuação gerada pela escala IMPACT traria outra dimensão para a escolha de quem deve receber um transplante de coração" , afirmou Conte.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Transplante cardíaco    Coração    Fórmula    Escala    Pesquisa    Universidade Johns Hopkins    John V. Conte   
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