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publicado em 28/07/2011 às 11h00:00
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Um novo estudo realizado por pesquisadores da Wake Forest Baptist Medical Center respondeu essa pergunta.

 
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Um novo estudo realizado por pesquisadores da Wake Forest Baptist Medical Center afirma que é possível prever as chances de sobreviver a um ataque cardíaco. "Para algumas pessoas, o primeiro ataque cardíaco é provavelmente o único. Por isso é importante encontrarmos formas de evitar que o primeiro ataque cardíaco ocorra", disse o principal autor do estudo, Elsayed Z. Soliman, diretor do Centro de Pesquisa Epidemiológica Cardiologia (Epicare) da Wake Forest Baptiste em Winston Salem, nos EUA.

Segundo Soliman, embora existam muitas características que são comuns entre os pacientes com ataque cardíaco, tanto aqueles que sobrevivem ao evento e aqueles que morrem de repente, os pesquisadores descobriram que algumas delas - como hipertensão, etnia, índice de massa corporal (IMC), frequência cardíaca - podem fazer a diferença entre aqueles morrerão de repente e os que sobreviverão.

Um número de pessoas entre 230 mil e 325 mil pessoas têm um ataque cardíaco súbito a cada ano nos EUA. A maioria destas mortes súbitas são causadas por doenças coronarianas. "A morte cardíaca súbita ocorre geralmente antes que os pacientes cheguem ao hospital, muito pouco que pode ser feito para salvá-los", disse Soliman. Identificar características específicas que diferem o risco de morte cardíaca súbita e de ataques cardíacos não fatais - ou não imediatamente fatais - seria o primeiro passo para resolver este problema.

Os pesquisadores analisaram dados de dois dos maiores estudos da área realizados nos EUA - o ARIC (Atherosclerosis Risk in Communities) e o CHS (Cardiovascular Health Study) - que contém registros de mais de 18 mil participantes. Se os resultados forem confirmados em outros estudos e validados, Soliman prevê que os médicos terão uma forma de identificar os pacientes que estão em maior risco de morte, e serão capazes de fazer intervenções, podendo salvar vidas.

"Nosso próximo passo nessa pesquisa seria identificar se podemos avançar com estatísticas que podem ser aplicadas à população em geral, bem como desenvolver intervenções que possam reverter o efeito que das causas de morte súbita cardíaca. Precisamos descobrir se a diminuição da hipertensão, baixar o IMC e a freqüência cardíaca reduziria o risco de morte súbita", disse Soliman.

Fonte: Isaude.net
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