Ciência e Tecnologia
publicado em 29/07/2011 às 12h00:00
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Foto: Will Kirk/JHU
Samer Hattar, biólogo na Johns Hopkins University
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Samer Hattar, biólogo na Johns Hopkins University

O velho ditado "as aparências enganam" certamente é verdadeiro quando se trata de pessoas. Mas também é adequado ao descrever especiais células do olho que são sensíveis à luz, de acordo com um biólogo da.

Num estudo recente, publicado na revista Nature, uma equipe liderada por Samer Hattar do departamento de Biologia, na Escola Krieger de Artes e Ciências da Universidade Johns Hopkins, e Tudor Badea do National Eye Institute descobriram que células do olho sensíveis à luz - que antes pareciam ser idênticas e responsáveis tanto pela definição do ritmo circadiano do corpo quanto pela reação da pupila em condições se excessiva luz e escuridão - são diferentes entre si e cada uma é responsável por uma tarefa específica.

"Em biologia, como na vida, você não pode sempre confiar no que você vê. Você tem que mergulhar profundamente para descobrir o que realmente está acontecendo. Este estudo mostrou que dois neurônios estruturalmente semelhantes podem ser realmente muito diferentes, pois, na verdade, eles comunicam-se com diferentes regiões do cérebro e influenciam diferentes funções visuais", disse Hattar.

Os resultados são significativos, porque os médicos às vezes usam o efeito da luz na pupila (resposta que ela dá a estímulos como a luz e escuridão), como forma de diagnosticar pacientes que podem ter problemas relativos ao sono. Os médicos agora devem reconhecer que as células que controlam a resposta pupilar e as que controlam o ciclo vigília/sono são diferentes.

" A luz tem um impacto sobre muitas funções fisiológicas dos seres humanos, incluindo o sono e humor. Estamos interessados ??no que diz respeito às células, vias moleculares e comportamentais, afinal, a luz tem mais impacto sobre nós do que simplesmente nos mostrar o que vemos. Isso inclui a definição nosso relógio biológico, e a constrição de nossas pupilas para que a luz seja controlada por nossas retinas", explica ele.

Em um estudo anterior, a equipe de Hattar revelou que estas células - chamadas "células ganglionares da retina intrinsecamente fotossensíveis" - também desempenham um papel na formação da imagem.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Pupila    Fotossensível    Luz    Circadiano    Ritmo   
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