Ciência e Tecnologia
publicado em 12/07/2011 às 15h00:00
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Mulheres grávidas enfrentam um risco de acidente vascular cerebral (AVC) 2,4 vezes maior do que o risco em mulheres não grávidas. É o que revela estudo de pesquisadores da Loyola University Health System, nos Estados Unidos.A descoberta mostra que o diagnóstico precoce e a identificação de pacientes de risco permitem o início de intervenções terapêuticas mais precoces e melhora os resultados clínicos.

Síndromes da gravidez induzidas pela pressão arterial elevada incluem pré-eclampsia, eclâmpsia e uma doença rara, mas grave chamada HELLP (hemólise, enzimas hepáticas elevadas e baixa contagem de plaquetas).

Pré-eclampsia é uma doença multissistêmica caracterizada por pressão arterial elevada - número superior ou inferior igual ou superior a 140/90 - e proteinúria, excesso de proteínas na urina. Mais de 300 mg em 24 horas.

A pré-eclâmpsia quando não tratada pode causar sérias complicações, possivelmente fatais para a mãe e o bebê. Na pré-eclâmpsia grave, os pacientes podem desenvolver oligúria (débito urinário reduzido), edema pulmonar (líquido nos pulmões), disfunção hepática, trombocitopenia (baixa contagem de plaquetas) e alterações do estado mental e outros sintomas cerebrais. Os pacientes podem ter dores de cabeça, letargia, visão turva, cegueira (geralmente temporária) ou convulsões.

Pré-eclâmpsia pode evoluir para a eclâmpsia ou HELLP. Pré-eclâmpsia evolui para eclâmpsia quando um paciente experimenta crises convulsivas ou entra em coma. HELLP pode causar sangramento, problemas de fígado e de pressão arterial elevada, prejudicando tanto a mãe quanto o bebê.

"Eventos relacionados a pré-eclâmpsia / eclâmpsia são uma importante causa de incapacidade materna e mortalidade materna e fetal nos EUA, e sem o tratamento imediato e agressivo esses pacientes podem morrer rapidamente", relataram os autores.

Para as mulheres grávidas que apresentam fatores de risco de pré-eclâmpsia, começar a tomar aspirina a partir da semana 12 ou 14 pode diminuir o risco de pré-eclâmpsia e o risco de morte do bebê.

Uma vez que uma paciente é diagnosticada com pré-eclâmpsia/eclâmpsia, os médicos tentam controlar a pressão arterial e gerenciar convulsões e o inchaço do cérebro.

"O parto imediato do bebê continua a ser a principal e única intervenção terapêutica curativa", escreveram os autores.

As mulheres que têm pré-eclâmpsia têm maior risco de acidente vascular cerebral e doenças cardiovasculares futuras.

Segundo os pesquisadores, a identificação de pacientes com risco de gravidez induzida por síndrome induzidas pela pressão arterial elevada permanece um importante foco de pesquisas.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   AVC    Mulheres grávidas    Pré-eclâmpia    Loyola University Health System      
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