Ciência e Tecnologia
publicado em 06/06/2011 às 22h47:00
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Pesquisadores da University of Southern California estão desenvolvendo um auxiliar de mobilidade robótico para deficientes visuais. O primeiro protótipo, apresentado há um ano, agora está sendo em fase de desenvolvimento.

Para a equipe a necessidade é clara. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 39 milhões de pessoas no mundo são totalmente cegas e 284 milhões são deficientes visuais. Nos Estados Unidos, segundo a American Foundation for the Blind, 109 mil pessoas com deficiência visual usam bengalas para se locomover e apenas 7 mil possuem cães guias.

"Há muitas limitações no uso de bengalas para deficientes visuais, a partir de galhos baixos até objetos grandes. Nós queríamos criar um sistema eficaz que poderá proporcionar novas oportunidades para os deficientes visuais", disse Gérard Medioni. Ele e seus colegas desenvolveram um software que "vê" o mundo e o ligaram a um sistema que fornece mensagens táteis para alertar os usuários sobre os objetos no caminho.

O sistema utiliza localização simultânea e software de mapeamento para construir mapas tridimensionais do ambiente e identificar um caminho seguro através dos obstáculos. As informações de rota são transmitidas ao utilizador por meio de um colete guia, que inclui quatro micro-motores localizados no ombro e na cintura do indivíduo que vibram como telefones celulares.

Por exemplo, quando uma vibração no ombro esquerdo indica um objeto mais alto para a esquerda, como um galho de árvore baixo, o indivíduo pode usar essa informação para tomar um novo caminho. A equipe testou o sistema em indivíduos cegos no Braille Institute. Os usuários de lá "gostam do sistema e sentem que ele realmente vai ajudá-los", disse Medioni. "Apreciamos muito a cooperação e a ajuda do Doheny Eye Institute e dos indivíduos que participaram do teste", acrescentou James Weiland.

Medioni está satisfeito com o protótipo do sistema apresentado em 2010. Mas ele e a equipe agora estão tentando melhorá-lo. A câmara que deve ser montada na cabeça é volumosa, e a equipe está trabalhando em um sistema de micro-câmera que poderia ser anexado aos vidros. O objetivo é ter um novo sistema em vigor até o final deste ano.

Fonte: Isaude.net
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