Saúde Pública
publicado em 28/04/2011 às 11h45:00
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Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Sessão deliberativa no Senado, no dia 26 de abril
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Sessão deliberativa no Senado, no dia 26 de abril

O coordenador nacional de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Roberto Tykanori Kinoshita, afirma que, embora o uso de crack tenha grande visibilidade, o álcool ainda é a droga que traz mais problemas e prejuízos para a sociedade brasileira.

Durante audiência pública no Senado, Kinoshita advertiu que o álcool tem custo econômico "infinitamente superior" para o país, principalmente com o tratamento das doenças causadas pela bebida e com a violência no trânsito. No caso do crack, ele diz que o Brasil tem condições de enfrentar os problemas causados pela droga, mas ressaltou que é um trabalho complexo e não deve se limitar ao tratamento de dependentes e ao combate ao tráfico. Para ele, a prevenção às demais drogas é muito importante, bem como o apoio para que os ex-dependentes não tenham recaídas.

O coordenador informou que o ministério desenvolve um programa de médio e longo prazos para o enfrentamento ao crack, que inclui a ampliação da rede pública de atendimento a dependentes e a expansão das assistências social e psicossocial. El eentende que a ampliação dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) não é suficiente para o combate ao crack. Por isso apontou a urgência de estratégias para evitar que os recuperados voltem às drogas."Buscamos aliar a prevenção ao tratamento e à promoção de melhores condições de vida, para diminuir a vulnerabilidade desses grupos sociais", explicou.

Durante a audiência, o senador Eduardo Amorim (PSC-SE) ressaltou a necessidade de o combate às drogas incluir políticas sociais de inclusão, combate ao tráfico e recuperação dos dependentes.

"A maioria dos dependentes não encontrará saída das drogas sem ajuda", disse.

Respondendo ao presidente da subcomissão, senador Wellington Dias (PT-PI), o coordenador do ministério disse que o país precisa investir mais na atenção primária da rede de saúde (pronto-socorros e emergências), principalmente na capacitação dos profissionais, pois são essas unidades as mais procuradas pelos dependentes. Kinoshita também lamentou que os profissionais de saúde e a sociedade em geral ainda têm preconceito em relação aos dependentes químicos.

Fonte: AGÊNCIA SENADO
   Palavras-chave:   Álcool    Droga    Crack    Economia    Saúde Mental   
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