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publicado em 25/04/2011 às 20h47:00
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Professor Andrew Oswald, da University of Warwick
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Professor Andrew Oswald, da University of Warwick

Países "mais felizes" e estados "mais felizes" dos Estados Unidos tendem a ter as maiores taxas de suicídio, de acordo com a pesquisa da Universidade de Warwick, no Reino Unido.

Para o estudo os pesquisadores utilizaram dados dos EUA e dados internacionais, que incluíram pela primeira vez a comparação de uma amostra aleatória recentemente disponível de 1,3 milhões de americanos com as decisões de suicídio de uma amostra aleatória independente de cerca de 1 milhão de americanos.

Comparando estados dos EUA, os pesquisadores descobriram que estados com pessoas que geralmente são mais satisfeitos com suas vidas tendem a ter taxas de suicídio mais elevadas do que aqueles com níveis médios de satisfação com a vida. Por exemplo, dados brutos colhidos do Estado de Utah mostrou que o estado é classificado em primeiro lugar em satisfação com a vida, mas tem a 9 ª maior taxa de suicídio. Enquanto isso, Nova York ficou em 45º no quesito satisfação com a vida e teve a menor taxa de suicídio no país.

Mesmo ajustando para idade, sexo, raça, escolaridade, renda, estado civil e situação de emprego, os dados ainda mostraram uma correlação muito forte entre os níveis de felicidade e as taxas de suicídio.

Os pesquisadores acreditam que a explicação chave para a ligação entre as taxas de felicidade e de suicídio baseia-se em ideias sobre a maneira que os seres humanos dependem de comparações relativas entre si.

"Pessoas descontentes em um lugar feliz podem se sentir particularmente mal tratados pela vida. Estes contrastes, por sua vez, aumentam o risco de suicídio. Se os seres humanos estão sujeitos a alterações de humor, os pontos baixos da vida podem, assim, ser mais toleráveis em um ambiente em que outros seres humanos são infelizes", explicou o pesquisador Andrew Oswald.

"Este resultado é consistente com outras pesquisas que mostram que as pessoas julgam seu bem-estar em comparação com as outras pessoas ao seu redor. Estes tipos de efeitos de comparação foram mostrados também no que diz respeito à renda, desemprego, obesidade e crime" , acrescentou o pesquisador Stephen Wu.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Lugares felizes    Suicídio    Satisfação    Universidade de Warwick    Andrew Oswald   
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