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publicado em 08/04/2011 às 19h55:00
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O Banco de Olhos da Bahia, inaugurado há cinco anos no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), com o objetivo de atuar na captação, avaliação, processamento e armazenamento das córneas doadas no estado, agora também realiza a preservação de membrana amniótica proveniente de placenta humana. Segundo o médico Eraldo Moura, coordenador do Sistema Estadual de Transplantes da Secretaria da Saúde do Estado, existem poucos bancos de membranas no país, concentrados principalmente nas regiões Sul e Sudeste.

Ainda conforme o médico, a membrana amniótica (membrana que reveste a placenta), pode substituir a córnea em determinados pacientes, como os portadores de pterígio, tumor conjuntival, queimaduras térmicas ou químicas, transplante de limbo, que necessitam de reconstrução para transplante de córnea posterior, entre outros. " Nesses, e em alguns outros casos, pode-se usar a membrana amniótica, não sendo necessário aguardar pela doação de córneas" , explica Eraldo Moura.

Autora de um trabalho sobre o Banco de Membrana Amniótica para Uso Oftalmológico, Mônica Pombo Hilarião, do Banco de Olhos do HGRS, esclarece que o uso da membrana em oftalmologia se faz " principalmente com o objetivo de reconstruir a superfície ocular quando o tecido conjuntival não é suficiente, é inadequado ou não se aplica aquela cirurgia" .

Doadoras

As membranas amnióticas a serem preservadas no Banco de Olhos do HGRS serão obtidas a partir de placentas provenientes de cesáreas eletivas realizadas no departamento de Ginecologia e Obstetrícia da unidade hospitalar, com a devida autorização da parturiente, que deve ter sorologia negativa para HIV 1 e 2, HTLV 1 e 2, hepatite B e C e sífilis. O tempo máximo para utilização das membranas é de 4 meses após a preservação, com manutenção em glicerol e manutenção em temperatura de 2 a 8°C.

De acordo com Mônica Hilarião, a preservação e a distribuição do tecido será de responsabilidade do Banco de Olhos, e a requisição das mesmas será feita em formulário próprio, com dados e assinatura do paciente e feita pelo cirurgião responsável pela implantação da mesma, sem ônus ao paciente pela aquisição do tecido. O cirurgião que requerer a membrana deverá ter cadastro prévio no Banco de Olhos e deverá se responsabilizar pelo transporte da mesma.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Membrana Amniótica    Córnea    Transplante    Substituição   
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