A taxa de internação por diarréia em menores de 5 anos caiu de 19,8% em 2006, para 7,4% em 2010 no Estado do Ceará. Em números absolutos, a taxa de mortalidade infantil passou de 18,1 por mil nascidos vivos em 2006 para 13 por mil nascidos vivos no ano passado. A tendência é de declínio, exceto na faixa neonatal (menores de 28 dias). Entre os 32.579 nascimentos ocorridos em 2010, houve 390 óbitos infantis, 287 em menores de 28 dias, 102 entre 28 dias e 1 ano e um de idade ignorada. O Plano de Controle de Óbito Neonatal foi implantado em 18 municípios prioritários.
De acordo com o levantamento da Secretaria de Estado de Saúde do Ceará (Sesa), em 2007 foram registrados 2.819 óbitos perinatais, que inclui perdas fetais a partir de 22 semanas de gravidez até sete dias após o parto. As causas são, principalmente, a qualidade do pré-natal e a assistência à mulher no parto.
De acordo com informações do Ministério da Saúde, entre os anos de 2000 e 2007, morreram 24.121 crianças menores de um ano no Ceará. Do total, a maioria foi em Fortaleza (6.484 óbitos), seguida de Juazeiro do Norte (678) e Caucaia (604).
No demonstrativo de desempenho do RDS 2010, a Secretaria da Saúde cumpriu 22 das 29 metas estabelecidas para o ano passado, cinco metas se mantiveram estáveis e duas não foram cumpridas. O RDS avalia o desempenho de 21 órgãos do estado e é uma das exigências da Operação SWAp II, que condiciona investimentos de US$ 240 milhões, até junho de 2012, a indicadores de inclusão social no estado.