Ciência e Tecnologia
publicado em 10/12/2010 às 15h00:00
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Joel Rubenstein, Professor Assistente da Universidade de Michigan no Departamento de Medicina Interna
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Joel Rubenstein, Professor Assistente da Universidade de Michigan no Departamento de Medicina Interna

Gatroenterologistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriram que o risco de câncer de esôfago entre os pacientes que sofrem da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) não é tão alto como se pensava anteriormente. Segundo os pesquisadores, a DRGE é considerada um risco relativo para o desenvolvimento do adenocarcinoma de esôfago, mas o risco absoluto de incidência da doença não é conhecido.

Para estimar a incidência de novos casos de adenocarcinoma de esôfago na grande população de pessoas com sintomas de DRGE, os pesquisadores iniciaram um novo estudo, avaliando o sexo, a idade e outros fatores das pessoas com refluxo.

Resultados do estudo revelaram que mulheres com DRGE têm uma baixa taxa de adenocarcinoma de esôfago, semelhante à taxa de câncer de mama em homens; a taxa de adenocarcinoma de esôfago em homens brancos com 60 anos de idade e com DRGE semanal é um terço da taxa de câncer colorretal; e a taxa de adenocarcinoma de esôfago em homens brancos e jovens com DRGE é inferior a um terço da incidência de câncer colorretal nessa população.

Após avaliar os resultados do estudo, os pesquisadores concluíram que o rastreamento para adenocarcinoma de esôfago não deve ser realizado em homens com menos de 50 anos ou em mulheres em função da incidência muito baixa de câncer, independentemente da frequência de sintomas de DRGE. No entanto, em homens brancos com DRGE semanais com 60 anos, a incidência de adenocarcinoma de esôfago é significativa e pode justificar a realização de exames.

"Nosso estudo não diz quem deve ser selecionado ou trata da eficácia da triagem. Mas podemos dizer que para um homem de 60 anos com DRGE, o rastreio de câncer colorretal é mais importante do que a triagem para o adenocarcinoma de esôfago", observou o pesquisaodor Joel Rubenstein. "Esperamos que este estudo possa ajudar os médicos a reconhecer o risco absoluto de adenocarcinoma de esôfago em pacientes com DRGE, no contexto do risco de cânceres mais familiares, orientando os pacientes nas decisões racionais sobre os procedimentos de exames."

Apesar dos resultados animadores do estudo, os pesquisadores advertem que se os pacientes estão experimentando sintomas de alarme, como dificuldade para engolir, perda de peso não intencional ou vômitos, eles devem procurar assistência médica imediatamente, já que estes sintomas podem ser decorrentes de um câncer que já está presente no esôfago.

Fonte: Isaude.net
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