Ciência e Tecnologia
publicado em 09/12/2010 às 15h00:00
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Especialistas em medicina do esporte da Universidade Drexel, Estados Unidos, utilizam a ultrassonografia - tecnologia comum no monitoramento dos bebês no útero para diagnosticar lesões nos tendões e ligamentos dos joelhos, ombros, punhos e outras áreas feridas durante as atividades físicas.

Eugene Hong, chefe da Divisão de Medicina do Esporte da Drexel, juntamente com sua equipe de médicos especialmente treinados em medicina desportiva encontraram na ultrassom a alternativa para o diagnóstico eficaz e tratamento das lesões.

"Quando um paciente chega com uma lesão no joelho, por exemplo, podemos ver o movimento em tempo real e em poucos minutos é possível ver os hematomas internos ou o excesso de líquido", explica Hong. "Se houver uma injeção necessária para diminuir o inchaço ou tratar a dor, podemos identificar a área de segmentação através do monitor. Esta precisão permite o tratamento local".

A ultrassonografia em medicina do esporte se baseia em ondas sonoras de alta frequência que são transmitidas através da pele que cobrem as áreas de interesse, tais como o pulso, ombro ou joelho. A maior frequência das ondas de som fornece imagens mais detalhadas.

Tendões, músculos, ligamentos e lesões articulares relacionadas podem ser difíceis de avaliar por meio de raios-x, tomografia computadorizada ou ressonância magnética. Entre as vantagens da ultrassonografia está o fato dela não utilizar radiação ionizante e, portanto, poder ser repetida durante todo o curso do tratamento sem a preocupação com a quantidade total de radiação administrada ao paciente.

Além de ajudar a diagnosticar lesões, o ultrassom também pode ajudar a tratá-las. A tecnologia de imagem é usada como parte da última tendência em tratamento de lesões desportivas, conhecida como plasma rico em plaquetas ou terapia PRP. A PRP é um dos três ingredientes produzidos pelo sangue, os outros dois são os glóbulos vermelhos e brancos. Quando injetadas em uma dose concentrada na área lesionada, a PRP age como medicamento do próprio corpo para acelerar o processo de cicatrização.

"Muitas lesões ativas em nossos pacientes podem ser tratadas com a PRP ao contrário da cirurgia", diz Bradley J. Sandella, professor-assistente da Divisão de Medicina Esportiva.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Lesões    Desporte    Ultrassonografia    Ressonância    Terapia    Atletas   
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