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publicado em 26/09/2010 às 19h00:00
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O Rio Grande do Sul amplia para 722 o número de vagas em Comunidades Terapêuticas para auxiliar no enfrentamento da epidemia do crack, oferecidas em 40 instituições em todas as regiões do estado. O contrato de credenciamento de 14 instituições será assinado no próximo dia 28 de setembro.

Ao todo, serão 495 vagas para homens, 120 para mulheres e 107 para adolescentes. Os pacientes vão ser encaminhados pelo SUS, através da regulação das Coordenadorias Regionais de Saúde. As comunidades oferecem internação em regime de residência durante período estabelecido de acordo com o programa terapêutico adaptado às necessidades de cada caso. Com orientação técnica e ética para proporcionar um ambiente protegido, visam a garantir suporte e tratamento psicológico, psiquiátrico e social aos dependentes de álcool e outras drogas, em especial, o crack. O processo de recuperação das pessoas inclui um resgate da história de vida e a cidadania, buscando encontrar novas possibilidades de reabilitação física e psicológica e a reinserção social.

A criação dos incentivos para Comunidades Terapêuticas é uma das iniciativas que integram o Programa de Prevenção da Violência (PPV), que faz parte do estruturante Nossas Cidades. Criado em 2007, o PPV atua nos 50 municípios gaúchos com os mais altos índices de violência - homicídios, suicídios e acidentes de trânsito. A prevenção do uso de crack, tratamento dos já dependentes e reintegração social dos usuários recuperados são ações centrais do programa, que promove desde capacitação de equipes da Estratégia Saúde da Família, aumento dos leitos para dependentes químicos em hospitais gerais e dos CAPS especializados nesse atendimento.

O PPV abrange as Secretarias Estaduais da Saúde, Cultura, Educação, Habitação, Segurança Pública, Justiça e do Desenvolvimento Social, Turismo, Esporte e Lazer, Planejamento e Gestão, Ciência e Tecnologia, Administração e dos Recursos Humanos, Fazenda, Casa Civil e Militar.

A rede de atenção à Saúde Mental, que tem no serviço prestado pelas Comunidades Terapêuticas um de seus elos, começa nas ações de prevenção, com as equipes da atenção primária / Saúde da Família, Primeira Infância Melhor (PIM) e PPV, e conta ainda com os Ambulatórios Especializados, Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os leitos para tratamento em hospitais.

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Crack    Comunidade Terapêutica    SUS    Rio Grande do Sul    Psiquiatria   
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