Ciência e Tecnologia
publicado em 26/08/2010 às 16h30:00
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Tecnologia viral atua na busca por um gene capaz de parar o Mal de Parkinson

 
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Foto: Divulgação/Health Hospitals
Células humanas de paciente acometido pelo Mal de Parkinson
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Células humanas de paciente acometido pelo Mal de Parkinson

A tecnologia desenvolvida na Universidade de Rochester Medical Center, nos Estados Unidos, que permite aos cientistas ativarem genes exatamente quando e onde quiserem, no sistema nervoso, está ajudando os cientistas na busca de um agente capaz de interromper a doença de Parkinson.

O trabalho está utilizando o vírus do herpes para ajudar a imitar, em ratos, a atividade de um gene que desempenha um papel em alguns casos de doença de Parkinson. Os cientistas usaram o vírus para transportar uma cópia do gene defeituoso em ratos, criando condições idênticas de um cérebro humano com a doença de Parkinson. A etapa permitiu que os investigadores, em seguida, pesquisassem por compostos na busca de um que possa suspender a toxicidade do gene.

"Embora existam muitos medicamentos para tratar os sintomas da doença de Parkinson, não existe atualmente nenhuma droga disponível para impedir a morte de células nervosas que constituem o cerne da doença", disse o neurocientista William Bowers. "Este estudo identifica alguns candidatos viáveis que mostram promessa contra algumas fórmulas da doença."

Embora a causa exata do mal de Parkinson ainda não esteja clara, a maioria dos pesquisadores acredita que uma combinação de fatores genéticos e ambientais é a responsável. Os cientistas tiveram como alvo a molécula LRRK2, a qual eles acreditam ser a mutação genética mais comum conhecida. por contribuir para a doença. Quando LRRK2 não funciona corretamente em pacientes com doença de Parkinson, as células cerebrais que produzem a dopamina morrem.

Bowers usou a tecnologia do herpes para reproduzir a atividade de uma versão defeituosa do LRRK2 em camundongos. O gene tornou-se ativo em células nervosas dos ratos, matando aquelas que produzem dopamina, e causando sintomas semelhantes à doença de Parkinson nos humanos.

Em seguida, a equipe testou 70 compostos em laboratório e encontrou oito que pararam a atividade tóxica do gene errante. Dois dos compostos foram testados em camundongos portadores do gene LRRK2 nocivos; um composto protegeu quase todos os neurônios de dopamina, enquanto o segundo rebateu os efeitos tóxicos do LRRK2 em 80% dos neurônios.

O trabalho é o último de uma série de experimentos que durante a última década, desenvolveu o sistema de herpes como forma de transportar os genes para o sistema nervoso, para ligá-los e desligá-los quando necessário.

Fonte: Isaude.net
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