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publicado em 08/12/2010 às 15h00:00
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Foto: Divulgação/Univ. de Emory
Nível de escolaridade está relacionado ao índice de suicídio entre afro-africanos Nadine Kaslow, psicóloga na Emory University School of Medicine, liderou o desenvolvimento do programa
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Nível de escolaridade está relacionado ao índice de suicídio entre afro-africanos
Nadine Kaslow, psicóloga na Emory University School of Medicine, liderou o desenvolvimento do programa

Um estudo desenvolvido pela Faculdade de Medicina da Universidade de Emory, em Atlanta (EUA), mostra que o suicídio e o abuso entre mulheres afro-americanas podemestar relacionados à informação cultural, ressaltando que os grupos com mais acesso à educação apresentaram níveis mais baixos de estresse do que aquelas que receberam assistência psiquiátrica e psicológica na comunidade.

Os resultados do estudo apontam ainda que, quando confrontadas com eventos estressantes, as mulheres expostas a algum tipo de intervenção lidaram melhor com essa situação, do que as que não receberam serviços especializados.

O estudo foi baseado em uma intervenção chamada "Grady Nia Project". O Nia é um programa de aconselhamento para vítimas afro-americanas de abuso e suicídio, que iniciou os trabalhos nos anos de 1990 no Grady Memorial Hospital, em Atlanta.

Nadine Kaslow, psicóloga na Emory University School of Medicine, liderou o desenvolvimento do programa. O nome, Nia, é uma palavra original do termo Kwanzaa, que significa "finalidade". O programa visa ajudar as mulheres que foram abusadas a encontrar um significado e um propósito em suas vidas, de modo a se sentirem habilitadas a viverem livres de violência e não sentirem que precisam acabar com suas próprias vidas para escapar da dor.

O Nia funciona em um esquema de plantão 24 horas, sete dias da semana, para lidar com uma série de questões, através de um plano de segurança e abrigo, visando ajuda para problemas de dependência e a garantia dos recursos das agências da comunidade.

Kaslow diz que as mulheres que participam do Nia já conseguiram alguns progressos ao longo do tempo. "Elas se sentem mais positivas sobre si mesmas, mais esperançosas sobre suas vidas e mais capazes de lidar com o estresse. Sentem-se menos deprimidas e ansiosas".

Fonte: Isaude.net
   Palavras-chave:   Suicídio    Estresse    Abuso    Afro-americanas    Psicologia   
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