Saúde Pública
19.09.2013

Paraná comemora 55 anos de fluoretação da água com indice de cárie zero

Segundo dados do Ministério da Saúde, a aplicação do fluor possibilita uma redução mínima de 65% das cáries

Foto: SES PR
Aplicação do flúor possibilita, no mínimo, uma redução de 65% das cáries, desde que mantida a continuidade e a regularidade dos teores do flúor na água
Aplicação do flúor possibilita, no mínimo, uma redução de 65% das cáries, desde que mantida a continuidade e a regularidade dos teores do flúor na água

O estado do Paraná comemora 55 anos de fluoretação da água com índice praticamente zero de de Dentes Cariados, Perdidos e Obturados (CPO-D) na faixa etária de 6 a 9 anos. A informação é da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).

A última avaliação realizada em 1992 pela Universidade Federal do Paraná mostrou que, naquela época, depois em três décadas e meia de aplicação contínua da fluoretação, a redução do índice chegou a 75,4%. Um resultado que já havia atingido 39,4% na primeira década de aplicação.

A capital paranaense foi a primeira do Brasil a ter este benefício. O processo de fluoretação teve início em 1958, na Estação de Tratamento de Água do Tarumã, em Curitiba. De acordo com técnico-químico responsável pela vigilância e controle da qualidade da água da Sanepar, Edvaldo Kulcheski, a adição de flúor é o método coletivo mais eficiente para o controle e prevenção da cárie dentária.

A fluoretação da água gera custos com produtos químicos, operacionalização nas unidades de tratamento e com as 60 mil análises realizadas. Cerca de 52 mil análises são feitas diretamente nas estações de tratamento e mais de 8 mil na rede de distribuição de água. Todo processo tem um custo mensal de R$ 650 mil.

Segundo dados do Ministério da Saúde, a aplicação do fluor possibilita, no mínimo, uma redução de 65% das cáries, desde que mantida a continuidade e a regularidade dos teores do flúor na água.

Fonte: Isaude.net