Saúde Pública
11.06.2013

"Pela primeira vez em 16 anos saúde pública não é principal problema de Goiânia"

A afirmação do secretário Antonio Faleiros Filho tem como base pesquisa realizada entre os dia 1 e 2 de junho na capital.

Foto: SES/GO
SES recebeu como positiva a Pesquisa Serpes que mostra grande redução do percentual de insatisfação com a saúde na capital
SES recebeu como positiva a Pesquisa Serpes que mostra grande redução do percentual de insatisfação com a saúde na capital

Pesquisa encomendada pelo governo de Goiás ao Instituto Serpes mostrou que 90% dos usuários do sistema público de saúde estão satisfeitos com a qualidade do trabalho oferecido pelas unidades da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Dentre os itens pesquisados, destaca-se a Avaliação do Atendimento por parte dos médicos e a estrutura física dos hospitais.

Segundo os resultados da pesquisa, Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo(Crer) obteve o maior índice na avaliação de atendimento médico com 97,5% e o Hospital de Urgências da Região Sudoeste com 95,1%.

A SES recebeu como positiva a Pesquisa Serpes, realizada nos dia 1 e 2 de junho, que mostra grande redução do percentual de insatisfação com a saúde na capital: saindo de 74,7% (pesquisa de abril) para 38,4%.

"Pela primeira vez em 16 anos a saúde pública não é mais apontada como principal problema da população goianiense. Outro avanço de merecedor destaque é que nenhum dos hospitais estaduais foi citado na pesquisa espontânea pelos goianienses. Reflexo de um bom trabalho de gestão, mudança proposta pelo governo de Goiás nos hospitais HGG, Hugo, HDT, HMI", afirmou o secretário estadual Antonio Faleiros Filho.

A pesquisa apontou como mais urgente e necessário para a população com relação à saúde os dez itens: mais e melhores médicos nos Postos de Saúde e no Programa de Saúde da Família e Pronto Socorro; estrutura física dos postos de saúde; Posto de Saúde nos bairros; médicos especialistas (pediatra, endocrinologista, reumatologia, ortopedia e psiquiatria); qualificação dos funcionários da saúde e UTI.

" Temos ainda de cobrar maior aporte financeiro por parte do Ministério da Saúde como, por exemplo, a implementação efetiva de investimento em saúde da ordem de 10% do PIB, e, também pelo aumento nos valores pagos pela tabelas de procedimentos do SUS" , completou Faleiros.

Veja os dados completos da pesquisa

Fonte: Isaude.net