Geral
26.03.2013

Serviços hospitalares de dez cidades do Noroeste Fluminense passam por vistoria

O objetivo é entender potencialidades e fragilidades da região. Ao todo, foram visitadas 12 unidades de saúde em dez cidades

Foto: SECOM RJ
Fachada do Hospital Municipal de Laje do Muriaé
Fachada do Hospital Municipal de Laje do Muriaé

Os serviços de saúde do Noroeste Fluminense passaram por uma vistoria da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES) nesta segunda-feira (25). O objetivo é entender potencialidades e fragilidades da região e definir, em conjunto com os municípios, propostas de adequações, ampliações, mudanças e investimentos. Ao todo, foram visitadas 12 unidades de saúde em dez cidades.

Nesta terça (26), secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, se reúne com todos os prefeitos da região para apresentação deste panorama e para discutir as propostas e sugestões.

Segundo informou a secretaria, foi observado que vários hospitais estão estruturados, que há capacidade de ampliação e há projetos, mas a redefinição de alguns perfis de atendimento precisa ser pensada a fim de garantir que a população possa ter os problemas de saúde de baixa, média e alta complexidade resolvidos perto de casa.

Uma necessidade de capacitação dos profissionais que atuam na regulação da assistência à saúde também será proposta aos prefeitos e secretários de saúde.

"Os hospitais pequenos precisam definir alguns serviços de atendimento, dando preferência para a sua vocação. Nem todo hospital pode fazer tudo, porque há necessidade de dar maior sustentabilidade financeira e evitar competir pelos profissionais disponíveis e até mesmo pelos pacientes. Os serviços da região precisam ser complementares, funcionando como rede", destacou a subsecretária-geral de Saúde, Monique Fazzi.

Dengue

A região Noroeste foi a primeira a entrar em epidemia de dengue neste verão e, por isso, a região que recebeu os primeiros centros de hidratação do estado.

De acordo com o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da SES, Alexandre Chieppe, é importante que "todos sigam fazendo os 10 Minutos Contra Dengue ao longo de todo o ano, que é o tempo necessário para uma vez por semana verificar se o mosquito Aedes aegipt tem criadouros. Importante lembrar que 80% dos focos estão nas residências e que com a chegada do vírus tipo 4 no estado, a maioria da população está sucetível", disse.

Fonte: Isaude.net