Os impactos do furacão Sandy no Caribe estão sendo sentidos especialmente em Cuba, Jamaica, Bahamas e Haiti. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da Organização Mundial de Saúde (OMS) na região, cerca de 70 pessoas morreram e várias continuam desaparecidas.
A maioria das mortes ocorreu no Haiti, com 54 óbitos. Quase 13 mil pessoas tiveram de ser evacuadas para abrigos temporários. As fortes chuvas e enchentes causaram danos em pontes e rodovias.
Segundo a Opas, aumentou o número de alertas de cólera, no Haiti, principalmente em acampamentos de deslocados internos e em áreas de difícil acesso. Vários centros de tratamento foram afetados pelos ventos fortes e alagamentos.
Em Nova York, a sede da ONU reabriu, parcialmente, na quarta-feira com uma reunião no Conselho de Segurança.
Com a retomada de parte dos serviços de transporte na cidade e arredores, muitos funcionários puderam retornar ao trabalho nesta quinta-feira.
Milhões de lares continuam sem energia elétrica nos estados de Nova York e Nova Jersey.
Nesta semana, o governador de Nova York, Andrew Cuomo, emitiu uma tarefa para as famílias que se recuperam da tempestade Sandy que atingiu os EUA nesta segunda-feira, 29.
"Limpar e desinfetar tudo o que ficou molhado. A lama que as enchentes deixam podem conter esgoto e produtos químicos", twittou.
Sandy deixou partes de Nova York sem água corrente e em cidades como New Brunswick, New Jersey, os moradores tiveram que ferver a água para o consumo