Geral
01.08.2012

Rio inicia seminário estadual da Semana Mundial de Aleitamento Materno

Tema da campanha deste ano é "Amamentar hoje é pensar no futuro" e conta com a cantora Wanessa como madrinha

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES) promove, a partir desta quarta-feira (1º), o Seminário Estadual da Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM), para profissionais de saúde de diversos municípios. O Rio de Janeiro foi o estado escolhido para o lançamento da Campanha da Semana Mundial de Amamentação pelo Ministério da Saúde. O tema deste ano é "Amamentar hoje é pensar no futuro"; e a madrinha é a cantora Wanessa, mãe de José Marcus, que nasceu em janeiro.

"O estado do Rio de Janeiro conta com 81 Unidades Básicas Amigas da Amamentação, que premia hospitais que possuem programas de incentivo à amamentação. Hoje, temos 16 Hospitais Amigos da Criança. Eventos como o de hoje ajudam a divulgar a importância deste ato de amor, que faz bem para a mãe e para o bebê", afirmou o secretário de saúde Sérgio Côrtes.

Durante o mês de agosto serão desenvolvidas ações de mobilização social em alguns municípios e hospitais para divulgar o aleitamento materno. As ações são coordenadas pela Gerência de Saúde da Criança, e contam com a parceria do Grupo Técnico Interinstitucional de Aleitamento Materno e das Amigas do Peito.

A madrinha da campanha, Wanessa, falou sobre a emoção de amamentar. "Estou muito feliz por estar aqui e poder incentivar as mães a amamentarem seus bebês. Passei e ainda estou passando por essa experiência e sei que como às vezes sentimos medo. O meu conselho é que as mães se informem, pois quanto mais elas fazem isso, mais descobrem os benefícios deste ato de amor", relatou a cantora.

Apesar do tempo médio do período de aleitamento materno no país ter aumentado um mês e meio entre 1999 e 2008, o Brasil ainda ocupa um patamar baixo: a OMS considera como ideal que 90% a 100% das crianças menores de seis meses tenham no aleitamento materno forma exclusiva de alimentação. No Brasil, esse índice é, em média, de 41%, segundo dados do Ministério da Saúde.

Fonte: Isaude.net